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Marisa será atuante sobre questões do bem estar animal

“A Presidência da República, contrariamente ao que nos é sugerido, não é um órgão executivo. É um órgão de influência na magistratura. Que garante o cumprimento da Constituição”, relembrou Adolfo Macedo.

“Marcelo Rebelo de Sousa chega ao fim do seu mandato com uma presidência positiva comparada com Cavaco Silva”, continuou. E se no seu primeiro mandato “deu posse ao governo de geringonça que acabou com a austeridade” do governo PSD/CDS, não é “por acaso” que a sua candidatura é apoiada por esses partidos.

“Poder-se-ia fazer muito mais do que ele fez”, continuou. “Sendo o cargo de influência, essa influência pode ser no sentido de maiores avanços, maior igualdade, avanço no trabalho, saúde e ambiente”, explicou.

Por seu lado, “João Ferreira é um candidato do PCP” que tem “alguns atavismos societários, a começar pelo seu apoio descarado ao mau trato animal nas touradas”. E continuou. “Relativamente ao ambiente, não é clara a sua posição relativamente à sua defesa”.

E se Ana Gomes “é uma denunciadora de situações, mais do que uma voz ponderada para o cargo”, Marisa Matias “tem conhecimento profundo das instituições europeias. É também uma figura de afetos. Gera empatia. Simpatia. E é mulher”.

“Para um cargo simbólico, ter uma mulher como Presidente da República é muito importante. Tem algo que nenhum outro candidato demonstrou: uma sensibilidade à condição animal. Isso é um assunto civilizacional do presente”, continuou.

“Assim, do meu ponto de vista, Marisa Matias em Belém é garantia de uma Presidência mais atuante no cumprimento das normas programáticas da Constituição, na magistratura de influência do Presidente da República, quanto às condições de trabalho, saúde e bem-estar animal”.

“Marisa é a recusa do obscurantismo, recusa do atavismo político, do clientelismo, da vigarice intelectual, recusa da extrema-direita. Por tudo isto, voto em Marisa Matias e peço o vosso voto também”, concluiu.